Dom Dulcênio Preside Missa e Crisma em Ouro Velho
Na
noite deste sábado, 31 de janeiro,
o Bispo Diocesano, Dom Dulcênio
Fontes de Matos, presidiu a Santa Missa com o sacramento da Crisma na
cidade de Ouro Velho, realizada no
ginásio de esportes do município, reunindo fiéis das comunidades que integram a
Paróquia de Nossa Senhora do Rosário, com sede no município de Prata.
A celebração sacramental contou com a participação de jovens e adultos das cidades de Ouro Velho,
Amparo e da Matriz de Prata, totalizando 156 crismandos, que receberam o
sacramento da confirmação.
A celebração também contou com a presença do Pároco, Padre Gustavo Ferreira,
e do Vigário Paroquial, Padre Fabiano Cruz,
que acompanharam de perto este momento significativo de fé e amadurecimento
cristão para os crismandos e suas famílias.
A
Crisma marcou um importante passo na caminhada espiritual dos fiéis,
reafirmando o compromisso com a vida cristã, a Igreja e a missão evangelizadora
nas comunidades da paróquia.
Homilia
Dom
Dulcênio iniciou a homilia explicando o sentido da Crisma como confirmação do
Batismo. Se no Batismo nos tornamos filhos de Deus, na Crisma reafirmamos essa
graça, recebendo o Espírito Santo como força para viver a fé com maturidade.
Como afirmou o bispo: “Na Crisma nós confirmamos o nosso
Batismo e, pelo Espírito Santo, adquirimos força para levar adiante a nossa fé”.
O bispo destacou que a Crisma gera compromisso com a Igreja e com
a vida comunitária. Alimentar-se da Palavra e da Eucaristia conduz ao serviço
concreto. Dom Dulcênio recordou: “Não podemos
viver como batizados, mas como se não fôssemos batizados”,
apontando o testemunho dos catequistas, músicos, ministros e lideranças como
expressão de uma fé vivida.
Refletindo
sobre as Bem-aventuranças, destacou a atitude de Jesus que vê as multidões,
compadece-Se da humanidade e senta-Se para ensinar. Seu ensinamento nasce do
amor e conduz à caridade, revelando o caminho autêntico da vida cristã.
“No
Evangelho (cf. Mt 5,1-12a), bastante conhecido como Sermão das Bem-Aventuranças
ou do Monte - que, nas linhas de Mateus, ocupa dois capítulos -, a gestualidade
é, de per si, inspiradora: "Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e
sentou-se. Os discípulos aproximaram-se, e Jesus começou a ensiná-los".
Permitindo-me, desejo destrinchar tais informações que, na sua brevidade,
refletem um dado profundíssimo”, destaco
Em
sintonia com São Paulo, o bispo recordou que Deus age de modo contrário à
lógica do mundo, escolhendo o que é simples e fraco para manifestar Sua
sabedoria. Nem todos acolhem esse chamado;
“Com
o que São Paulo afirma: "Deus escolheu o que o mundo considera como estúpido,
para assim confundir os sábios; Deus escolheu o que o mundo considera como
fraco, para assim confundir o que é forte; Deus escolheu o que para o mundo é
sem importância e desprezado, o que não tem nenhuma serventia, para assim
mostrar a inutilidade do que é considerado importante, para que ninguém possa
gloriar-se diante dele" (1Cor 1,27-29)”, citou.
Por
fim, Dom Dulcênio afirmou que as Bem-aventuranças conduzem à santidade e à
verdadeira felicidade. Viver esse caminho é renunciar a si mesmo por amor a
Deus e ao próximo, na certeza da recompensa eterna.
“Bem-aventurança
é caminho inequívoco de santidade. E a santidade é sinônima de felicidade,
porque, "de que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua
alma?" (Mc 8,36). A santidade é a grande prova de que a vida está a valer
a pena. Alegrar-se-ão e exultarão pela recompensa que terão nos céus (cf. Mt 5,12a)”,
findou.
Por: Ascom
Fotos: Pascom Local




















