Dom Dulcênio Preside Sétima Noite do Novenário de Nossa Senhora da Luz em Pedra Lavrada
O Bispo Diocesano de Campina
Grande, Dom Dulcênio Fontes de Matos, presidiu na noite desta quinta-feira, 29
de janeiro, a Santa Missa em honra a Nossa Senhora da Luz, na cidade de Pedra
Lavrada. A celebração marcou a sétima noite do novenário da padroeira e foi
vivenciada com grande participação da comunidade paroquial.
Durante a celebração
eucarística, Dom Dulcênio instituiu 28 novos Ministros Extraordinários da
Sagrada Comunhão, assinalando um momento significativo para a vida pastoral da
paróquia. A investidura fortalece o serviço à Igreja e amplia a colaboração dos
leigos na missão evangelizadora junto à comunidade.
A Santa Missa foi
concelebrada pelo Pároco local, Padre Antônio Batista, que acolheu o bispo
diocesano juntamente com os fiéis. Reunidos em torno do altar, todos renderam
graças a Deus pela intercessão da padroeira, Nossa Senhora da Luz, renovando a
fé e a devoção mariana.
A festa de Nossa Senhora da
Luz teve início no último dia 23 de janeiro e segue até o dia 2 de fevereiro,
quando a Igreja celebra a Apresentação do Senhor no templo, encerrando o
período festivo com momentos de oração, devoção e ação de graças.
Homilia
“A festa que a Igreja
celebra no dia dois de fevereiro, tem os nomes de Purificação de Nossa Senhora
das Candeias e Apresentação de Jesus Cristo no templo. A festa tem o nome de
Purificação de Nossa Senhora, porque é a comemoração do dia em que Maria
Santíssima, em obediência à Lei mosaica, se apresentou no templo do Senhor,
quarenta dias depois do nascimento do Divino Filho”, iniciou sua pregação explicando o significado da festa, ajudando
os fiéis a compreenderem o sentido e a importância da festa celebrada.
Com
essa explicação inicial de sua homilia, Dom Dulcênio recordou que, mesmo isenta
da Lei, Maria se apresenta no templo por obediência e humildade, ensinando que
a verdadeira grandeza nasce da fidelidade à vontade de Deus.
“É
admirável a retidão e humildade de Maria Santíssima em sujeitar-se a uma Lei
humilhante, como foi a da purificação. A maternidade da Virgem Santíssima, foi
em tudo diferente da das outras mulheres, isentava-a legalmente das obrigações
de uma Lei, como foi a da purificação... Mas, por que Maria foi para a
purificação no templo? Porque ela prefere obedecer à Lei e parecer com as
outras mulheres. Que humildade da Virgem Santíssima”, pregou.
Na apresentação de Jesus no templo, Simeão e Ana reconhecem a
salvação prometida. O Menino é proclamado como luz para iluminar as nações e
sinal de contradição, revelando que a salvação passa pelo mistério da entrega e
da cruz.
“Guiado
por inspiração divina, viera ao templo no momento em que os pais de Jesus ai
entraram, em cumprimento das prescrições legais. O Divino Mestre, ainda
criança, se fez conhecido a Simeão, o qual o tomou nos braços e bem-disse a
Deus, dizendo: “Agora Senhor, deixa partir o vosso servo em paz, conforme vossa
palavra. Pois os meus olhos viram a vossa salvação, que preparastes diante dos
olhos das nações: luz para aclamar os gentios e glória de Israel, vosso povo.!”,
trouxe.
Dom
Dulcênio exortou os fiéis a uma devoção verdadeira a Nossa Senhora da Luz,
marcada pela imitação de suas virtudes. Maria conduz sempre a Cristo, a Luz do
Mundo, chamando os cristãos a rejeitar o pecado e viver na fé.
“A
devoção à Santíssima Virgem requer, antes de tudo, a imitação das virtudes da
Mãe de Deus. Pouco ou nada adianta recitar orações em honra de Maria
Santíssima, festejar, participar dos movimentos marianos, rezar o terço, quando
no coração reina o espírito do mundo, da vaidade, do orgulho, da impureza. O
verdadeiro devoto de Maria Santíssima, a nossa Mãe da Luz, ama o que ela ama:
Deus e a virtude; odeia o que ela odeia: o pecado e tudo o que a ele conduz”,
findou.
Por: Ascom
Fotos: Pascom Local





































